Comece a ter atitudes de uma pessoa confiante

Todos nós sentimos falta de confiança  em algum momento de nossas vidas. Se você me acompanha, já sabe que a autoconfiança é irmã da autoestima e elas costumam andar de mãos dadas. Para algumas pessoas a pouca autoconfiança é ocasional, enquanto para outras pode realmente limitá-las a alcançar o que querem.

Quando você começa a se aceitar e a abraçar sua singularidade, sua auto-estima melhora, o que o torna mais confiante. Quando você está confiante em áreas da sua vida, começa a aumentar seu senso geral de estima.

Construir a sua autoconfiança significa dar pequenos passos na direção de se aceitar e confiar em si mesmo. Em seguida, use este ponto de partida para ter o impulso e a coragem de sair da sua zona de conforto. Então você poderá agir para conquistar os seus objetivos e realizar os seus planos.

Entre as suas resoluções de ano novo ser mais autoconfiante está na lista? Então continue lendo…

As dicas a seguir servem como início para você entender as suas questões de autoconfiança e começar a trabalhar nelas, para que – obviamente – comece a sentir-se mais confiante.

 

1.Autoconhecimento

 

Há! Tudo começa no autoconhecimento. Se você está chegando agora por aqui vai me ouvir falar isso muitas vezes. Isto não é papo de autoajuda ?‍♀️

Comece pensando e listando as situações específicas em que duvida de si mesmo ou não tem autoconfiança. Para ajudar você a ter clareza sobre isso, seria útil manter um registro de todas as situações em que você se sente insegura ou questiona suas habilidades. Revise seus registros frequentemente e identifique qualquer padrões ou temas.

Existe uma grande diferença entre não ter confiança para mudar de carreira e falar em pública. A clareza dos seus gaps é fundamental para ter uma estratégia certeira.

 

2. Autocompaixão

Se você é do tipo que se critica e se ofende  quando as coisas não acontecem perfeitamente como você imaginou, lembre-se que todos nós somos imperfeitos e são suas imperfeições únicas que você precisa aceitar e amar. 

 Você pode ler mais sobre autocompaixão aqui.

Imagine que você é seu melhor amigo, o que você diria a si mesmo quando se sentir triste, desconfortável ou não consegue tudo o que deseja? Seja compassivo e reconfortante em vez de julgar, comparar ou punir a si mesmo. Criticar-se de forma dura impede o florescimento da sua autoconfiança. Comece a jogar no seu time, bebê! 

3. Respeite e valorize a sua opinião 

Você pede a opinião de outras pessoas antes de tomar uma decisão ou validar o trabalho que tem feito? 

A falta de autoconfiança pode fazer com que desconfie de suas próprias crenças e opiniões. É claro que não  há problema em pedir conselhos a outras pessoas às vezes, mas é importante aprender a acreditar em  seus próprios instintos e respeitar a sua opinião e as suas vontades.

As pessoas que tem “baixa” autoestima comumente sentem que não fazem nada direito, ou tem a sensação que não são “boas o suficiente”. Quando pedem uma opinião estão na verdade pedindo validação. Comece a bancar suas vontade e opiniões. Comece a se bancar!

 

A autoaceitação pode ajudar em seu crescimento pessoal. É difícil mudar ou aprimorar o que não reconhecemos. Precisamos nos dedicar ao exercício de olhar para nós mesmos com um olhar sincero, deixando de lado as artimanhas que usamos para fugir deste encontro, tais como os mecanismos de subestimação ou superestimação. Nós somos aquilo em que acreditamos.Valores como autenticidade, tolerância com o seu modo de ser e com o modo de ver o outro e empatia, por exemplo, precisam ser mais desenvolvidos e praticados, para que o homem se conecte à sua verdadeira essência.

 4. Supere o medo do fracasso

Você dá desculpas para evitar fazer as coisas e assim ficar livre do fracasso?

Quando você se sentir preocupada em fazer algo porque pode falhar, pergunte a si mesmo: “Como é o sucesso nessa situação para mim?”,  “O que receio que aconteça se eu falhar? “, “Se eu falhar, qual é a pior coisa que pode acontecer?” As pessoas que procrastinam por medo do fracasso costumam achar várias desculpas para não começar ou concluir algo. Num exercício de autoinvestigação perceba se o que está te paralisando é o medo de fracassar, e o que está por trás disso. Quando olhamos de perto, o bicho quase sempre não é tão feio quanto parece.

5. Domine seu Crítico Interno

Todos nós temos um crítico interno. É aquela voz interior que te critica, que aponta seus erros e as suas falhas, que diz que não vai dar certo e que te atrapalha pra K%ˆ! Essa voz costuma fazer acusações ou te “lembrar” de coisas como: “Quem você pensa que é?” , “O que as pessoas vão pensar de mim?”. Iiiiih coleguinha, a lista pode ser enorme. Já conheci cada crítico de dar medo até em coach bombado.

Enfim o primeiro passo é reconhecer que esta “voz” não é a dona da razão e não reflete o que você pensa e sente (entenda mais lendo o post sobre crítico interno). Depois que você percebe como e quando o seu crítico atua, você pode começar a contestá-lo e perceber que é possível viver melhor com um crítico caladinho – ou mais manso. Reconheça-o como inútil e deixe-o ir. Você não pode impedir que estes pensamentos apareçam mas você pode parar de se envolver com eles.

“Cada vez que enfrentamos nosso medo, ganhamos força, coragem e confiança na ação” – Theodore Roosevelt

 

Autoconfiança é como você se sente sobre suas habilidades e pode variar de situação para situação. Você pode ter uma auto-estima saudável, mas pouca confiança em situações em que nunca esteve antes

 

6. Evite os velhos “eu devo” e “tenho que”

 

Com que frequência você se pega dizendo que deve ou não deve fazer algo? 

Todos nós temos nosso próprio conjunto de crenças e regras sobre como devemos nos comportar. Muitos aprendidos  na infância, mas isso não significa que você ainda precise ser governado por eles. Se quando criança você ouviu que tinha que comer tudo o que estava no prato, agarrar-se a esta crença por render uns quilos extras… Portanto, quando perceber que esta presa aos “devos” e “tenho que”, analise racionalmente se estas alegações fazem sentido, pergunte-se de quem é a regra e se ainda é relevante e verdadeira. Liberte-se minha filha!

7. Pare de se comparar!

 

Comparar-se aos outros é um verdadeiro desperdício de tempo e energia, mas é extremamente comum principalmente  nas redes sociais. Todos escolhem mostrar apenas seus melhores ângulos – e as meias verdades mais bonitas. É muita fácil entrar em um turbilhão de negatividade e começar a achar que não se é bom o bastante (Hello doutorado fake em Harvard – sem comentários).

Sempre existirão pessoas que estarão à sua frente, nas mais diversas áreas. É preciso aceitar e ter a certeza que nem por isso o seu brilho e os seus dons serão ofuscados. Cada um de nós é especial de sua maneira particular. Blablabla batido mas continua verdadeiro. 

8. Se desafie

Você pode não gostar do que eu vou dizer agora mas a verdade é que você vai desenvolver a sua autoconfiança a medida em que for se desafiando e começar a perceber que você é capaz, que você consegue. Nada funciona tanto para a autoconfiança.

É por isto que tantas pessoas ficam empacadas, sem agirem for falta de autoconfiança. Ficam esperando sentirem-se confiantes para então agirem, mas a ordem é o contrário. Primeiro você age, aí percebe que consegue e começa a ter confiança. Se você fracassar não tem problema,  (Volte ao item #4), é normal e serve como aprendizado para corrigir os gaps e tentar de novo.

Quer ter mais autoconfiança? Se prepara na medida das suas possibilidades e vai com medo mesmo! Isso sim empodera. 😉

 

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